Possíveis focos de dengue motivam Recomendação da Defensoria Pública
A Defensoria Pública em Pedro Afonso recomendou e requisitou ao prefeito da cidade, José Júlio Eduardo Chagas, providências quanto aos locais públicos que apresentam acúmulo de água e que podem servir como focos de larvas do mosquito da dengue.
A Recomendação, feita nesta segunda-feira, 27, leva em consideração que na Praça Coronel Lysias Rodrigues, existe um local onde funcionava uma cascata, estando atualmente desativada; armazenando águas das chuvas, podendo levar a procriação das larvas do mosquito Aedes aegypti ou Aedes albopictus; o que levou algumas pessoas a procurar a Defensoria Pública, no sentido de obter informações de como proceder, já que seria caso de saúde pública.
É recomendada pela defensora pública Teresa de Maria Bonfim Nunes a vistoria e coleta de material nos locais onde as águas das chuvas encontram-se paralisadas; bem como providenciar a retirada da água empossada; ou o reativamento do bombeamento da circulação da água seguida de uma limpeza dos locais e/ou enchimento com areia, para evitar tal acúmulo.
Também é requisitada resposta fundamentada, por escrito, no prazo máximo de 5 dias, com relação às providências tomadas quanto ao recomendado, tendo em vista a relevância pública do interesse tutelado e a especial vulnerabilidade e prejuízos que podem advir com a atual situação em destaque, a Defensoria Pública do Tocantins.
Consideram-se ainda, na Recomendação, as altas incidências de doenças transmitidas pelo mosquito da dengue no estado do Tocantins; e o fato de um único mosquito durante seu período de vida (45 dias), poder contaminar até 300 pessoas.
A Recomendação, feita nesta segunda-feira, 27, leva em consideração que na Praça Coronel Lysias Rodrigues, existe um local onde funcionava uma cascata, estando atualmente desativada; armazenando águas das chuvas, podendo levar a procriação das larvas do mosquito Aedes aegypti ou Aedes albopictus; o que levou algumas pessoas a procurar a Defensoria Pública, no sentido de obter informações de como proceder, já que seria caso de saúde pública.
É recomendada pela defensora pública Teresa de Maria Bonfim Nunes a vistoria e coleta de material nos locais onde as águas das chuvas encontram-se paralisadas; bem como providenciar a retirada da água empossada; ou o reativamento do bombeamento da circulação da água seguida de uma limpeza dos locais e/ou enchimento com areia, para evitar tal acúmulo.
Também é requisitada resposta fundamentada, por escrito, no prazo máximo de 5 dias, com relação às providências tomadas quanto ao recomendado, tendo em vista a relevância pública do interesse tutelado e a especial vulnerabilidade e prejuízos que podem advir com a atual situação em destaque, a Defensoria Pública do Tocantins.
Consideram-se ainda, na Recomendação, as altas incidências de doenças transmitidas pelo mosquito da dengue no estado do Tocantins; e o fato de um único mosquito durante seu período de vida (45 dias), poder contaminar até 300 pessoas.
