Política Racial
Nuamac de Dianópolis empossa membros do Coletivo Permanente para Promoção da Igualdade Racial
Autor(a): Marcus Mesquita / Comunicação DPE-TO

Após a conclusão de todo o processo seletivo que consta no Edital n° 01/2021 lançado pela Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO) por meio do Núcleo Aplicado das Minorias e Ações Coletivas (Nuamac) de Dianópolis, sudeste do Estado, foram empossados os cinco membros do Coletivo Permanente para Promoção da Igualdade Racial do município. A primeira reunião oficial da entidade, momento no qual ocorreram as posses, aconteceu nesta segunda-feira, 16, por videoconferência.
O Coletivo Permanente para Promoção da Igualdade Racial de Dianópolis, cidade localizada a 342 quilômetros de Palmas, conta com duas representantes da DPE-TO no quadro de membros: a coordenadora do Nuamac local, defensora pública Sebastiana Pantoja Dal Molin que presidente o Coletivo, e a assessora jurídica Marilene Barbosa dos Santos.
Criada objetivando promover articulações, estudos, ações educativas, políticas públicas e parcerias no combate a qualquer prática de racismo, a entidade agora conta com a participação das lideranças quilombolas Jocilene Avelino da Silva, Cristyanne Rodrigues da Silva e Rodrigo de Jesus Souza; e dos professores Stânio de Sousa Vieira e Roberta Tavares de Albuquerque.
Para a defensora pública Sebastiana Pantoja, neste cenário atual de extrema desigualdade racial, o Coletivo, que tem função consultiva para discutir questões da promoção da igualdade racial e de casos específicos e de alta complexidade que demandem a atuação do Núcleo da DPE-TO, “se torna um mecanismo de defesa e ampliação dos direitos humanos e sociais da população negra, contribuindo com o enfrentamento deste fenômeno”.
Plano de trabalho
A atividade que marcou a posse dos membros formalizou a primeira reunião oficial do Coletivo e, também, a apresentação do plano de trabalho do grupo, que, segundo o mesmo, terá como base o princípio da transversalidade, buscando a mobilização dos municípios da região sudeste para o combate à desigualdade racial em todas as suas formas, visando, assim, “ações concretas e articuladas de responsabilidade dos gestores municipais”.
