Como parte da missão institucional em educação em direitos, a Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO) realizou hoje, 27, uma atividade em que se discutiu questões como atos infracionais, bullying e tipos de violência. A ação foi realizada na Escola Municipal Jorge Amado, setor Santa Fé, em Palmas, para os estudantes de turmas do 9° ano.
Na ocasião, a coordenadora do Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos das Mulheres (Nudem), defensora pública Pollyana Lopes Assunção, conversou com os estudantes sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), assim como os tipos de violência e as consequências de infrações penais na menoridade. “É de fundamental importância que os jovens conheçam seus direitos, e que busquem por eles, assim como também é importante entender que praticar violência com o colega pode impactar a vida desse adolescente definitivamente” explicou Pollyana Assunção.
Também esteve presente, a coordenadora do Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Nudeca), defensora pública Elisa Maria Pinto de Souza Falcão Queiroz destacou a importância de conhecer sobre os direitos e os deveres. “O acesso à informação é libertador; conhecer seus direitos e deveres nessas fases transitórias da vida é fundamental para um desenvolvimento saudável e seguro na adolescência, e logo após na maioridade”, enfatizou Elisa Maria Queiroz.
Durante a atividade, as servidoras da Equipe Multidisciplinar da Instituição, a pedagoga Girlane Cabral e a psicóloga Monique Mendonça, pontuaram sobre a importância de cultivar relações saudáveis no ambiente escolar, que permitem criar identificação, senso de comunidade, controle emocional e perspectivas de futuro.
Para o diretor da Escola Municipal Jorge Amado, Renato Lopes Albuquerque, a ação foi um momento proveitoso e educativo, que vai ajudar os estudantes a refletirem sobre suas realidades com maior responsabilidade. “Fico muito contente em perceber que a maioria parou o que estava fazendo para prestar atenção no que foi levantado hoje. Desde o respeito às mulheres, os impactos da violência doméstica, o direito de cada um de existir ao seu modo, e que isso deve ser respeitado, além das atribuições das instituições públicas na garantia e proteção dos direitos”, pontuou.