Manhã de provas da Defensoria Pública foi tranquila, diz Copese

A primeira parte das provas do Concurso da Defensoria Pública do Estado do Tocantins foi tranquila, segundo Núbia Santos, diretora de processos seletivos e educacionais da Comissão Permanente de Seleção da Universidade Federal do Tocantins – Copese, que está organizando o certame. "A nossa avaliação é de que na parte da manhã correu tudo tranquilamente", resumiu a Diretora.
Ainda conforme as informações de Núbia Santos, não ocorreram quaisquer intercorrências na parte de logística ou estacionamentos, ressaltando que os dez minutos adicionais que foram concedidos aos candidatos deram mais tranquilidade para que todos pudessem chegar a tempo às salas para as provas.
Candidatos
Camylla Gomes Montandon, que fez prova para Analista Jurídico, ressaltou que as questões de conhecimentos específicos foram bem elaboradas. "Senti que Português foi mais difícil", complementou ao falar das provas com assuntos gerais. Opinião semelhante tem Paulo Roberto Batista Amorim, que tenta cargo em Analista de Ciências Contábeis. "As provas foram bem elaboradas, atendendo à legislação na área específica e, no geral, as provas de português e o tema da redação foram muito bons", disse.
A jornalista Samara Martins e a economista Mikarla Barros, que disputam vagas em suas áreas dentre as disponíveis no Concurso da Defensoria, também pontuaram a boa elaboração das provas. "A de português estava mais complexa e com textos extensos, mas foi boa", resumiu Mikarla. "No cômputo geral as provas foram bem elaboradas", disse a jornalista Samara.
