Foram sete dias de programação e mais de 160 pessoas inscritas no II Congresso Científico de Direitos Humanos da Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO). O encontro virtual, que iniciou no último dia 3, encerrou nesta sexta-feira, 10, com a mesa-redonda “Direitos Humanos das Mulheres: A que distância estamos de alcançar a justiça de gênero e a justiça reprodutiva?”
Neste período foram uma série de painéis, mesas-redondas e palestras que debateram várias temáticas no campo dos direitos humanos, como criminalização dos movimentos sociais; direito à identidade; acolhimento da pessoa com deficiência; violência doméstica; direitos das pessoas privadas de liberdade; ocupações urbanas; comunidades quilombolas, entre outros.
De acordo com o coordenador do Núcleo Especializado de Defesa dos Direitos Humanos (NDDH), defensor público Euler Nunes, a segunda edição do Congresso proporcionou o aperfeiçoamento à equipe da DPE-TO e comunidade em geral sobre Direitos Humanos. “Considero extremamente proveitoso. Ampliamos cada vez mais as discussões sobre direitos humanos em nosso Estado. Agradeço a todos e todas que participaram e contribuíram com mais esse projeto da Defensoria Pública”, declarou o defensor público.
A diretora-geral em substituição da Escola Superior da Defensoria Pública (Esdep), defensora pública Luciana Costa, lembrou da importância do Congresso, que encerrou sua programação no Dia Internacional dos Direitos Humanos, celebrado todo dia 10 de dezembro. “Direitos humanos é uma vocação institucional nossa e está ligado a vários ramos da nossa atuação. Esse congresso veio para educar em direito todo o público que dele participou. Agradecemos ao todos os nossos parceiros que colaboraram para que o nosso evento acontecesse, destacou.
Congresso
O Congresso científico contou com a participação de pesquisadores e pesquisadoras vinculados à Defensoria Pública, sobre suas pesquisas desenvolvidas em temas de Direitos Humanos. As atividades foram transmissão pelo canal da DPE-TO no Youtube e podem ser conferidas aqui.
O evento, realizado pelo NDDH e Esdep, contou com parceria do Programa de Pós-Graduação em Prestação Jurisdicional e Direitos Humanos (PPPJDH) da Universidade Federal do Tocantins (UFT) e da Escola da Magistratura Tocantinense (Esmat).