“Hoje vim ver sobre o processo do meu filho que está preso, estava triste porque não vou poder passar o dia das mães junto com ele; mas ao entrar na Defensoria estava acontecendo o bazar especial das mães, fui presenteada com uma calça e uma blusa novinha para mim, até fiquei mais animada”, declarou a assistida Maria José Borges Marinho, uma das mães beneficiadas pelo bazar solidário da Defensoria Pública em Paraíso.
Já é o segundo ano em que a equipe do Núcleo Regional promove o evento para presentear as mães assistidas, que poderão conferir até o dia 12 de maio, peças de vestuário e de cama, calçados, entre outros. Cada mãe tem a oportunidade de escolher três peças.
Todos os objetos doados foram arrecadados na Instituição e beneficiará aproximadamente 50 mães assistidas pelo Núcleo Regional da Defensoria Pública em Paraíso do Tocantins.
A equipe multidisciplinar responsável pela ação é formada pela pedagoga Dayane Nunes de Araujo, assistente social Maria de Jesus Jardim dos Reis e a psicóloga Regiane de Paula Sousa Farias, com apoio da diretora da regional, defensora pública Arlete Kellen Dias Munis.
Brinquedoteca
As crianças da Defensoria Pública em Gurupi também participaram de programação alusiva ao Dia das Mães, com o tema “Ame, Valorize e Respeite sua mãe”. Contou com a leitura do livro "Se as coisas fossem mães"; produção de texto e roda de conversa sobre a figura da mãe (aspecto físico, nome completo, profissão, local de trabalho) e também por meio de desenho; confecção de cartão e de um porta-recado para que as crianças pudessem presentear as mães deles.
Segundo a pedagoga Elizete Soares da Silva, a programação proporcionou às crianças momentos de reconhecimento da diversidade familiar, valorizando a figura materna. “Trabalhar o valor das mães, sejam elas biológicas, adotivas e as de coração, é importante para incentivar melhores relações familiares. As mães ficam muito felizes com a surpresa, depois do atendimento vêm buscar os filhos aqui na brinquedoteca e recebem o cartão confeccionado na hora pelos filhos. Teve mãe assistida que pediu para fazer o cartão para levar também para sua mãe”, enfatizou a pedagoga.
Texto: Keliane Vale