A Justiça acolheu, nesta quarta-feira, 30, a Ação Civil Pública (ACP) ajuizada pela Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO) em conjunto com o Ministério Público Estadual (MPTO) para que seja regularizado o fornecimento de rouparia em toda a rede de saúde pública estadual.
A Justiça determinou ao Estado que providencie a regularização completa do fornecimento dos serviços de rouparia, compreendendo, assim, lençóis, roupas para os servidores e os campos cirúrgicos, que devem ser mantidos de forma ininterrupta e adequada aos usuários da rede pública estadual de saúde do Tocantins.
A ACP foi motivada por uma vistoria realizada pelo Núcleo Especializado em Defesa da Saúde (Nusa) da DPE-TO, que constatou uma problemática na disponibilização de itens como lençóis e roupas de profissionais da saúde e de pacientes de unidades estaduais tocantinenses. De acordo com a averiguação realizada pela Instituição, diversos procedimentos cirúrgicos sofreram paralisação em decorrência da falta de tecidos nos hospitais da rede pública estadual, gerando, consequentemente, o aumento de filas de esperas por cirurgias.
O Estado tem 30 dias para apresentar informações do porquê o serviço tem apresentado falhas operacionais.