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Defensoria Pública do Estado do Tocantins
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Jornalistas são premiados no I Prêmio da Associação de Defensoras e Defensores Públicos

Solenidade aconteceu no auditório da Defensoria Pública em Palmas na noite de quarta-feira, 04

Autor(a): Cinthia Abreu

Cinthia Abreu

Os jornalistas vencedores do 1° Prêmio Adpeto de Jornalismo foram conhecidos em solenidade na noite de quarta-feira, 4, no auditório da Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO). A realização é da Associação das Defensoras e dos Defensores Públicos do Estado do Tocantins (Adpeto). O prêmio reconheceu profissionais e acadêmicos que produziram reportagens sobre o tema “Em defesa delas - a Defensoria Pública na promoção dos direitos das mulheres”, que segue a campanha da Associação Nacional das Defensoras e Defensores Públicos do Estado do Tocantins (Anadep).


A programação foi aberta com apresentação da esquete teatral “Flores da Dor”, apresentada pela atriz Iva de Oliveira e pela cantora Luana Louzada, com forte reflexão sobre a violência contra a mulher. O I Prêmio Adpeto homenageou a jornalista pioneira Roberta Tum e a líder da Casa 8 de março, Bernadete Aparecida, e o defensor público Fabrício Dias, ex-presidente da Associação e um dos idealizadores do prêmio.


O defensor público-geral, Fábio Monteiro dos Santos, deu as boas-vindas aos participantes da premiação, defensores e defensoras públicos presentes, autoridades, homenageados, acadêmicos e demais presentes. “Hoje é um dia de muita alegria para nós da Defensoria, em poder receber um público tão estimado e que tanto propicia a divulgação do trabalho que a instituição presta para a população carente do Estado. A Defensoria tem trabalhado muito em prol da população carente do Estado e, para além da assistência jurídica, a instituição leva cidadania para a população”, declarou. 


O presidente da Adpeto, o defensor público Guilherme Vilela, destacou que a premiação foi muito importante para dar visibilidade ao combate de situações de fragilidades ligadas ao gênero feminino. “Precisamos ampliar as discussões sobre gênero na sociedade, pois a Constituição Federal assegura que homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, porém, a igualdade de direitos segue muito distante do conquistado”, afirmou. Parafraseando a jovem ativista e vencedora do Prêmio Nobel da Paz, Malala Yousafzai, ele concluiu o discurso afirmando que “não podemos ser bem-sucedidas quando metade de nós está restringida.”


Coordenadora do Núcleo Especializado de Defesa dos Direitos da Mulher (Nudem), a defensora pública Franciana Di Fátima, afirmou que o prêmio foi muito relevante para contribuir com a luta em defesa dos direitos da mulher e contra a cultura da violência. “Trata-se de uma violência decorrente da cultura do patriarcado, do machismo, do entendimento de que a mulher é objeto, propriedade, sujeitada, subjugada. O feminicídio é uma das expressões mais grotescas da violência contra a mulher porque afeta a vida. Trata-se de uma violência de gênero, que deve ser entendida como uma construção social que precisa ser refletida e reformulada em favor da igualdade material entre homem e mulher", complementou.


A solenidade contou ainda com a participação do superintendente de defensores públicos, Murilo da Costa Machado, do vice-presidente da Adpeto, Pedro Alexandre Conceição e da defensora pública de Classe Especial Aldaíra Parente.  


Premiação

Além de troféus, os ganhadores receberam premiação em dinheiro, com valores de R$ 1.000,00 a R$ 2.500,00. Foram premiados trabalhos nas categorias Telejornalismo, Radiojornalismo, Webjornalismo e Acadêmicos. Os homenageados receberam placas personalizadas.


Premiados


Categoria acadêmicos:

1º lugar: Thais Oliveira da Silva; 

2º lugar: Vitória Soriano Soares;

3º lugar: Weslene Brito Rocha;


Categoria radiojornalismo:

1º lugar: Isabel Cristina Lima Gonçalves;

2º lugar: Heloísa Cipriano Lima;

3º lugar: France Emmanuelle Souto Santiago;


Categoria webjornalismo:

1º lugar: Susana Araujo Barros Rodrigues;

2º lugar: Elâine Noleto Jardim;

3º lugar: Jesana Pereira de Jesus;


Categoria telejornalismo:

1º lugar: Aurora Augusta Fernandes da Cunha Milhomem;

2º lugar: Andressa Silva Santos Bernardes;

3º lugar: Fernando Henrique Osório dos Santos;

Cinthia Abreu
Guilherme Vilela é presidente da Adpeto — Cinthia Abreu
O defensor público-geral, Fábio Monteiro, deu as boas-vindas aos presentes — Cinthia Abreu
Iva de Oliveira e Luana Louzada apresentaram a esquete Flor de Amor não Dói — Cinthia Abreu
Franciana Di Fátima falou sobre a importância do rompimento do feminicídio — Cinthia Abreu
Cinthia Abreu
Líder da Casa 8 de março, Bernadete foi homenageada por sua luta em defesa dos direitos das mulheres — Cinthia Abreu
Roberta Tum foi homenageada como jornalista pioneira
Cinthia Abreu
Vice-presidente da Adpeto, Fabrício Dias foi homenageado — Cinthia Abreu
Ana Paulo Rehbein e Fernando Henrique ficaram em 3ª lugar em telejornalismo — Cinthia Abreu
Andressa Silva Santos Bernardes ficou com a 2ª colocação em telejornalismo — Cinthia Abreu
Adriano Fonseca representou a jornalista Aurora Fernandes, vencedora do prêmio na categoria telejornalismo — Cinthia Abreu
Jesana Jesus ficou em 3º lugar em Webjornalismo — DPE-TO
Elâine Jardim ficou em 2º lugar em Webjornalismo — Cinthia Abreu
Susana Barros foi vitoriosa na categoria Webjornalismo — Susana Barros conquistou a 1ª colocação em Webjornalismo
Francis Santiago conquistou o 3º lugar em Radiojornalismo — DPE-TO
Heloísa foi a 2ª colocada em Radiojornalismo — Cinthia Abreu
Isabel Cristina venceu na categoria Radiojornalismo — Cinthia Abreu
Cinthia Abreu
Cinthia Abreu
Cinthia Abreu
Divulgação
Cinthia Abreu
Jornalistas são premiados no I Prêmio da Associação de Defensoras e Defensores Públicos | DPE-TO