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Defensoria Pública do Estado do Tocantins
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Imprensa tocantinense repercute legalidade do Concurso da Defensoria Pública

Detalhe da sede de atendimentos da Defensoria Pública, em Palmas, em abril de 2026
Detalhe da sede de atendimentos da Defensoria Pública, em Palmas, em abril de 2026 — DPE-TO
A imprensa tocantinense repercutiu de forma positiva a legalidade do Concurso Público para o Quadro Administrativo de Servidores da Defensoria Pública do Tocantins (níveis intermediário e superior), atestada por unanimidade pelo Tribunal de Contas do Estado – TCE.  As matérias referentes a legalidade do Certame foram publicadas pelos veículos de comunicação nesta sexta-feira, 26, e sábado, 27.

A votação unânime para a legalidade do Concurso Público foi feita no julgamento da 2ª Câmara do TCE realizado no último dia 23 de outubro. A Resolução nº 717/2012 que dá publicidade ao Ato foi publicada no Boletim Oficial do TCE, nesta quinta-feira, 25.  O processo teve como relator o auditor substituto de conselheiro, Márcio Aluísio Moreira Gomes, em substituição ao conselheiro Napoleão de Souza Luz Sobrinho. O voto do Relator foi seguido pelos demais membros. Presidiu a sessão o conselheiro Herbert Carvalho de Almeida; também participou da sessão o auditor Fernando César Benevenuto Malafaia, em substituição à conselheira Leide Maria Dias Mota Amaral.

O TCE determinou ainda que todos os Atos de Admissão sejam encaminhados pela Defensoria Pública ao Tribunal de Contas, com a finalidade de que seja registrados junto ao setor competente para análise de sua legalidade e demais princípios da Administração Pública.  

 
Seguem abaixo as matérias na íntegra publicadas pelos sites T1 Notícias e Portal Cleber Toledo.
 
 

       Portal Cleber Toledo           27/10/12 10h37 28/10/12 10h10  
 
 

Tribunal de Contas do Estado julga concurso da Defensoria Pública legal e determina envio de ata de admissão para registro

Defensor público geral afirmou que o resultado desse julgamento já era esperado

 

Da Redação

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) julgou legal o Concurso Público para o Quadro Administrativo de Servidores da Defensoria Pública do Estado do Tocantins para níveis intermediário e superior. O julgamento da 2ª Câmara aconteceu no dia 23 e a Resolução nº 717/2012 foi publicada no Boletim Oficial do TCE de quinta-feira, 25. As informações são da assessoria de comunicação da Defensoria Pública do Estado.

De acordo com o documento, a votação pela Legalidade foi unânime e o processo teve como relator o auditor substituto de conselheiro, Márcio Aluísio Moreira Gomes, em substituição ao conselheiro Napoleão de Souza Luz Sobrinho. O voto do Relator foi seguido pelos demais membros da corte.

Conforme a assessoria de comunicação da defensoria, o defensor público geral, Marcello Tomaz de Souza, afirmou que o resultado desse julgamento já era esperado. “Todos os nossos Atos são baseados nos princípios que norteiam a Administração Pública. A Legalidade é um deles e, por isso, aguardávamos justamente esse resultado para o Concurso de nossos servidores. Certame este que já homologamos e já iniciamos a nomeação dos aprovados”, frisou.

Por fim, o TCE determinou que todos os Atos de Admissão sejam encaminhados pela Defensoria Pública ao Tribunal de Contas, com a finalidade de que seja registrados junto ao setor competente para análise de sua legalidade e demais princípios da Administração Pública.

Entenda o caso
No dia 13 de outubro de 2011, a Defensoria Pública do Estado do Tocantins lançou edital de Concurso Público para preenchimento de 375 vagas, sendo 175 para os cargos de nível intermediário e 200 para os cargos de nível superior, para diversas regiões do Estado.

As vagas foram divididas entre os dez Núcleos Regionais da Defensoria Pública: Palmas, Porto Nacional, Paraíso do Tocantins, Gurupi, Dianópolis, Guaraí, Araguaína, Araguatins, Tocantinópolis e Brasília.

A inscrição estavam sendo realizadas, exclusivamente, via internet, e seguiria até às 23h59min do dia 11, ao custo de R$ 65 para nível intermediário e R$ 85 para nível superior.

No dia 3 de novembro o Tribunal de Contas suspendeu o concurso devido a várias supostas irregularidades no certame. Dentre elas a ausência de demonstrativo da estimativa de impacto orçamentário-financeiro da despesa de pessoal da Defensoria, referente aos exercícios de 2011 a 2013, conforme determina a Lei de Responsabilidade Fiscal, e que também depende da sanção e publicação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e aprovação da Lei Orçamentária do próximo ano.

No dia 7 de dezembro o Pleno do Tribunal de Contas julgou ilegal o edital do concurso da Defensoria Pública do Estado do Tocantins durante sessão. Segundo a resolução apresentada no plenário, o principal motivo da ilegalidade é o impossível cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) em relação ao limite de despesa com pessoal.

Em maio deste ano o defensor público geral, Marcelo Thomaz de Souza, afirmou que o edital o concurso público do quadro geral dos servidores da Defensoria havia sido revogado para que o certame se adeque à Lei das Diretrizes Orçamentarias (LDO) do Estado vigente para o exercício de 2012.

No dia 18 de junho A Defensoria Pública do Tocantins encaminhou ao Tribunal de Contas do Estado, certidões contendo declaração do Governo Estadual e da Defensoria Pública-Geral de que o gasto com o Concurso Público da Instituição tem adequação orçamentária e financeira com a Lei Orçamentária Anual e compatibilidade com o Plano Plurianual (PPA), 2012-2015 e com a Lei de Diretrizes Orçamentárias.

A provas do concurso aconteceram no dia 16 de setembro e o resultado já foi divulgado pela Defensoria.

http://www.portalct.com.br/estado/2012/10/27/49466-tribunal-de-contas-do-estado-julga-concurso-da-defensoria-publica-legal-e-determina-envio-de-ata-de

 

 Site T1 Notícias
 
 

26/10/2012 16h22min

Estado

Por unanimidade, TCE atesta legalidade do concurso da Defensoria

O concurso foi apontado com legal pelo TCE, que determinou que todos os Atos de Admissão sejam encaminhados pela Defensoria Pública ao Tribunal, com a finalidade de que seja registrados junto ao setor

Autor: Redação

O TCE – Tribunal de Contas do Estado do Tocantins, decidiu pela legalidade do Concurso Público para o Quadro Administrativo de Servidores da Defensoria Pública do Estado do Tocantins (níveis intermediário e superior). O julgamento da 2ª Câmara daquele Tribunal aconteceu no último dia 23. A Resolução nº 717/2012 que dá publicidade ao Ato foi publicada no Boletim Oficial do TCE, nesta quinta-feira, 25.

De acordo com o documento, a votação pela Legalidade foi unânime. O processo teve como relator o auditor substituto de conselheiro, Márcio Aluísio Moreira Gomes, em substituição ao conselheiro Napoleão de Souza Luz Sobrinho. O voto do Relator foi seguido pelos demais membros. Presidiu a sessão o conselheiro Herbert Carvalho de Almeida; também participou da
sessão o auditor Fernando César Benevenuto Malafaia, em substituição à conselheira Leide Maria Dias Mota Amaral.

O defensor público geral, Marcello Tomaz de Souza, afirmou que o resultado desse julgamento já era esperado. “Todos os nossos Atos são baseados nos princípios que norteiam a Administração Pública. A Legalidade é um deles e, por isso, aguardávamos justamente esse resultado para o Concurso de nossos servidores. Certame este que já homologamos e já iniciamos a nomeação dos aprovados”, frisou.

Por fim, o TCE determinou que todos os Atos de Admissão sejam encaminhados pela Defensoria Pública ao Tribunal de Contas, com a finalidade de que seja registrados junto ao setor competente para análise de sua legalidade e emais princípios da Administração Pública. (Assessoria)


http://www.t1noticias.com.br/estado/por-unanimidade-tce-atesta-legalidade-do-concurso-da-defensoria/42846/





 

 





 
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