Formatura de reeducandos é prestigiada por Defensor Público Geral

O defensor público geral, Marcello Tomaz de Souza, participou, na tarde desta terça-feira, 13, da formatura de 17 detentos do regime semiaberto, da Unidade de Regime Semiaberto – Ursa de Palmas.
Os detentos se formaram no Curso profissionalizante de pedreiro, com carga horária de 200 horas/aula. Com a finalização do Curso, o reeducando fica apto a trabalhar no segmento de construção civil. Os alunos também concluíram a Educação de Jovens e Adultos – EJA. Tanto a EJA quanto o Curso profissionalizante de pedreiro foram realizados por meio de parceria com a Secretaria de Educação do Estado e o Senai Tocantins.
A Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos, por meio da Diretoria de Assistência ao Preso e ao Egresso, disponibiliza uma equipe técnica composta por enfermeira, psicóloga, médico e assistente social, que faz a avaliação do Curso e orienta o aluno para o mercado de trabalho, através de parceria com o Sine/Setas, onde o reeducando poderá ter um emprego, com autorização judicial. Os alunos que concluem a EJA também poderão cursar o Ensino Superior, também com liberação judicial.
Para o Defensor Público Geral, a iniciativa mostra o compromisso do Estado em ressocializar os presos. “A prisão em si tem o papel de ressocializar a pessoa que por algum motivo infringiu a Lei, mas sabemos que não é isso que acontece por falta de humanização nos presídios. Porém, são iniciativas como estas que fazem a diferença e oportunizam ao cidadão começar de novo de um jeito diferente”, afirma Marcello Souza.
Os detentos se formaram no Curso profissionalizante de pedreiro, com carga horária de 200 horas/aula. Com a finalização do Curso, o reeducando fica apto a trabalhar no segmento de construção civil. Os alunos também concluíram a Educação de Jovens e Adultos – EJA. Tanto a EJA quanto o Curso profissionalizante de pedreiro foram realizados por meio de parceria com a Secretaria de Educação do Estado e o Senai Tocantins.
A Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos, por meio da Diretoria de Assistência ao Preso e ao Egresso, disponibiliza uma equipe técnica composta por enfermeira, psicóloga, médico e assistente social, que faz a avaliação do Curso e orienta o aluno para o mercado de trabalho, através de parceria com o Sine/Setas, onde o reeducando poderá ter um emprego, com autorização judicial. Os alunos que concluem a EJA também poderão cursar o Ensino Superior, também com liberação judicial.
Para o Defensor Público Geral, a iniciativa mostra o compromisso do Estado em ressocializar os presos. “A prisão em si tem o papel de ressocializar a pessoa que por algum motivo infringiu a Lei, mas sabemos que não é isso que acontece por falta de humanização nos presídios. Porém, são iniciativas como estas que fazem a diferença e oportunizam ao cidadão começar de novo de um jeito diferente”, afirma Marcello Souza.
