Falta de escola é uma das reclamações dos Assentados do Assentamento Vale Verde

A falta de escola, dificuldades de acesso e questões previdenciárias foram uma das principais reclamações da população do Assentamento Vale Verde, atendida nesta quinta-feira, 29, pelas ações do Projeto “Divulgando os Direitos das Mulheres nos Assentamentos Rurais”. O evento aconteceu na Igreja Assembleia de Deus.
De acordo com os 70 assentados que estavam na ação, os filhos deles, aproximadamente 120 crianças, encontram dificuldades no acesso escolar, devido à precariedade nas estradas até Gurupi, que fica cerca de 30 km do Assentamento; e, por isso, pedem a instalação de uma unidade escolar para evitar os transtornos deparados pelos alunos.
O defensor público Kita Maciel, que coordenou a ação, afirmou que a Defensoria Pública vai estudar o caso e, se necessário, irá realizar uma Ação Coletiva para sanar a questão. “A importância de uma escola no local é fundamental para que os pais fiquem mais tranquilos e seus filhos mais seguros. A Instituição ficará atenta a essa situação,” disse o Defensor Público.
Foram debatidas também, durante uma roda de conversa entre os moradores, as questões relacionadas à aposentadoria, que serão levadas pela assistente social da Defensoria Pública ao INSS para o agendamento de consultas.
Temas relacionados
Além de oferecer assistência jurídica na garantia do acesso à justiça, o Projeto levou até aos assentados explicações sobre outros temas que englobam a realidade das famílias.
A equipe da Defensoria Pública abordou assuntos sobre os cuidados com a saúde, com palestra ministrada pela assistente social, Cristiane Pereira. Foi realizada uma explanação sobre os direitos das mulheres trabalhadoras rurais; um histórico de lutas e conquistas alcançadas pela categoria; abordagem sobre a Instrução Normativa de Regulamentação dos Direitos da Mulher a Terra; apresentação de projetos como o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – Pronaf, o Programa de Aquisição de Alimentos – PAA já executado pelas famílias; e o Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária, entre outros.
De acordo com os 70 assentados que estavam na ação, os filhos deles, aproximadamente 120 crianças, encontram dificuldades no acesso escolar, devido à precariedade nas estradas até Gurupi, que fica cerca de 30 km do Assentamento; e, por isso, pedem a instalação de uma unidade escolar para evitar os transtornos deparados pelos alunos.
O defensor público Kita Maciel, que coordenou a ação, afirmou que a Defensoria Pública vai estudar o caso e, se necessário, irá realizar uma Ação Coletiva para sanar a questão. “A importância de uma escola no local é fundamental para que os pais fiquem mais tranquilos e seus filhos mais seguros. A Instituição ficará atenta a essa situação,” disse o Defensor Público.
Foram debatidas também, durante uma roda de conversa entre os moradores, as questões relacionadas à aposentadoria, que serão levadas pela assistente social da Defensoria Pública ao INSS para o agendamento de consultas.
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Além de oferecer assistência jurídica na garantia do acesso à justiça, o Projeto levou até aos assentados explicações sobre outros temas que englobam a realidade das famílias.
A equipe da Defensoria Pública abordou assuntos sobre os cuidados com a saúde, com palestra ministrada pela assistente social, Cristiane Pereira. Foi realizada uma explanação sobre os direitos das mulheres trabalhadoras rurais; um histórico de lutas e conquistas alcançadas pela categoria; abordagem sobre a Instrução Normativa de Regulamentação dos Direitos da Mulher a Terra; apresentação de projetos como o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar – Pronaf, o Programa de Aquisição de Alimentos – PAA já executado pelas famílias; e o Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária, entre outros.
