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Defensoria Pública do Estado do Tocantins
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Educação em direitos

ECA Digital, bullying e cyberbullying são debatidos durante ação do “Defensoria Pública nas Escolas”

Com foco na ampliação em Educação em Direitos, a Defensoria Pública promoveu uma ação na ETI Eurídice Ferreira de Mello, em Palmas, orientando alunas e alunos do 8º e 9º ano sobre bullying e cyberbullying.

Autor(a): Marcos Miranda / Comunicação DPE-TO

Os alunos participaram de uma ação realizada pela pedagoga Elizete Sodré, parceira do Programa Defensoria Pública nas Escolas
Os alunos participaram de uma ação realizada pela pedagoga Elizete Sodré, parceira do Programa Defensoria Pública nas Escolas — Rafael Batista/Comunicação DPE-TO

A Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO), por meio da Escola Superior da Defensoria Pública (Esdep), realizou, nesta quinta-feira, 29, ação do programa Defensoria Pública nas Escolas voltada à conscientização dos estudantes sobre bullying e cyberbullying no ambiente escolar.  A atividade foi realizada na Escola Municipal de Tempo Integral (ETI) Eurídice Ferreira de Mello “Dona Lindu”, em Palmas, reunindo estudantes do 8º e 9º ano do Ensino Fundamental.

“As crianças e os adolescentes precisam saber que a rede não é um terreno sem lei. A gente precisa estar fazendo esse alerta, mas, principalmente, não de criminalização, mas de proteção. As plataformas são obrigadas a cumprir a lei, porque se tem uma lei, tem um direito, e aí tem como a gente cobrar", disse a pedagoga Elizete Sodré, representante da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) e parceira institucional da DPE-TO, que conduziu a atividade.

Psicóloga da Escola, Renata Lima destacou que a ação ajuda toda a comunidade escolar entender mais desse ato que é tão prejudicial ao desenvolvimento social.

“A explicação da tipificação ajuda eles a entenderem que não são só brincadeiras, são atos de violência. A gente trabalha muito na escola sobre o impacto na saúde mental, mas é importante também que os adolescentes entendam que esses atos se configuram como atos infracionais que, dependendo do grau, eles podem responder por isso. É uma ação super bem-vinda, tanto para os discentes quanto para os docentes, para que a equipe pedagógica saiba identificar quando precisa notificar as autoridades”, afirmou.

Para ampliar a participação dos alunos na proposta do Programa, os alunos se uniram em grupos para pensarem soluções para casos hipotéticos dentro da temática.

A pedagoga Elizete Sodré, representante da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) e parceira institucional da DPE-TO, que conduziu a atividade — Rafael Batista / Comunicação DPE-TO
A servidora da Esdep, analista em gestão especializado/pedagogia Faraildes Rodrigues Miranda, também atuou — Rafael Batista / Comunicação DPE-TO
A psicóloga da Escola, Renata Lima destacou que a ação ajuda toda a comunidade escolar — Rafael Batista / Comunicação DPE-TO