DPE-TO prestigia lançamento da campanha de combate ao racismo institucional
DPE-TO prestigia lançamento da campanha de combate ao racismo institucional
Autor(a): Cinthia Abreu

A Defensoria Pública do Estado do Tocantins esteve presente no lançamento da campanha “"Racismo Institucional: Desafios, Impactos e Enfrentamentos Contemporâneos nas Instituições" na terça-feira, 19, em celebração ao Dia Nacional da Consciência Negra, 20 de novembro. A ocasião tem o objetivo de fazer uma reflexão sobre a luta do povo negro e a questão da igualdade social no Brasil. A defensora pública Denize Souza Leite representou a DPE-TO na programação, que aconteceu no auditório do Centro Universitário Integrado de Ciência, Cultura Arte (Cuica), no câmpus de Palmas.
A defensora pública foi uma das palestrantes, na companhia dos convidados professora Maria Santana, pró-reitora de Extensão, Cultura e Assuntos Comunitários; Denise professor Ladislau Ribeiro; professora Solange Nascimento, coordenadora de Ações Afirmativas da Pró-Reitoria de Extensão, Cultura e Assuntos Comunitários; Narúbia Werreira; e a representante quilombola Celenita Gualberto.
Racismo Institucional
As primeiras referências sobre racismo institucional como conceito se dá na década de 1960, para a promoção de políticas de igualdade racial a partir de estudos na perspectiva pós-colonial de empoderamento e fortalecimento do movimento antirracista promovido por intelectuais e lideranças do movimento Panteras Negras. No Brasil, o Programa de Combate ao Racismo Institucional (PCRI) foi implementado em 2005.
Ele se manifesta em normas, práticas e comportamentos discriminatórios adotados no cotidiano do trabalho, os quais são resultantes do preconceito racial, uma atitude que combina estereótipos racistas, falta de atenção e ignorância. O racismo institucional produz não só a falta de acesso e o acesso de menor qualidade aos serviços e direitos, mas também a perpetuação de uma condição estruturante de desigualdade em nossa sociedade.
