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Defensoria Pública do Estado do Tocantins
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DPE-TO prestigia exposição de itens fabricados por pessoas privadas de liberdade do Estado

Autor(a): Comunicação DPE-TO

Participaram da Exposição os defensores públicos Napociani Póvoa e Fabrício Brito
Participaram da Exposição os defensores públicos Napociani Póvoa e Fabrício Brito — Marcos Miranda - Governo do Tocantins/Divulgação

A Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO) prestigiou nessa terça-feira, 17, a 1ª Mostra Laboral do Programa Novo Tempo dos Sistemas Penitenciário e Prisional do Tocantins (Sispen/TO). A exposição foi realizada pela Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju) e contou com a participação da coordenadora do Núcleo de Assistência e Defesa ao Preso (Nadep), defensora pública Napociani Póvoa, e do defensor público Fabrício Brito.

Para a coordenadora do Nadep, o trabalho da pessoa privada de liberdade além de ser uma forma de estimular e preparar o seu retorno à sociedade, tem o escopo de humanizar o cumprimento da pena e somente é possível com o envolvimento da gestão do sistema prisional.  “ O trabalho o interior do cárcere oferece profissionalização, renda, remição, além de ser terapêutico” ressaltou Napociani Póvoa.

O programa Novo Tempo desenvolve projetos nas 38 unidades penais do Tocantins com o objetivo de oferecer educação profissional, trabalho e renda para pessoa privada de liberdade com a finalidade de reinserção social. Segundo o superintendente de Administração dos Sistemas Penitenciário e Prisional, Orleanes Alves, os produtos foram elaborados conforme a realidade do local as quais as unidades estão implantadas.“É interessante ressaltar que a maior parte dos produtos tem ligação com a economia e cultura local, como acontece na Unidade de Dianópolis, por exemplo, que tem produzido artefatos de concreto, servindo para pavimentar o município”, contou Orleanes Alves.

Fábrica de chinelos

Na ocasião, o secretário da Seciju, Heber Fidelis, fez o lançamento da Fábrica de Chinelos, instalada na Casa de Prisão Provisória de Palmas. O primeiro lote de chinelos totalizou 2 mil unidades e foi produzido em parceria com a empresa Embrasil Serviços. Os itens são destinados ao  público interno das Unidades Penais do Estado. A previsão é que em 2021 também seja instalada uma nova fábrica de chinelos na Unidade Penal de Taguatinga. (Com informações da Ascom/Seciju)



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