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Defensoria Pública do Estado do Tocantins
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DPE-TO leva debate sobre violência obstétrica para estudantes de Medicina

Palestra aconteceu na sexta-feira, 25, e foi ministrada pela defensora pública Franciana Di Fátima

Autor(a): Cinthia Abreu/ Ascom DPE-TO

Defensora falou para acadêmicos do 7º ano do curso de Medicina da UFT
Defensora falou para acadêmicos do 7º ano do curso de Medicina da UFT — Divulgação


Na luta e defesa contra a cultura da violência obstétrica, a Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO) tem promovido uma série de atividades, como rodas de conversas, debates, oficinas e palestras para a comunidade de Norte a Sul do Estado. Nesta sexta-feira, 25, a defensora pública Franciana Di Fátima ministrou palestra sobre o tema para estudantes do 7º ano do curso de Medicina, do campus em Palmas da Universidade Federal do Tocantins.

Coordenadora do Núcleo de Proteção e Defesa dos Direitos da Mulher (Nudem), a defensora pública falou para cerca de 30 estudantes. Na palestra, Franciana Di Fátima lembrou que esse tipo de violência caracteriza-se pela apropriação do corpo da mulher e tem relação com condutas praticadas por qualquer profissional de saúde que, de forma verbal, física ou psicológica, desrespeitam a integridade física e mental, a autonomia, sentimentos e preferências da mulher, violando os direitos humanos, sexuais e reprodutivos dela. Após a palestra, os estudantes puderam tirar dúvidas e comentar sobre o tema exposto.

Conforme a defensora pública, trata-se de uma preocupação da DPE-TO conscientizar as mulheres, profissionais de saúde e sociedade em geral para o enfrentamento à violência obstétrica. Segundo a Fundação Perseu Abramo, uma em cada quatro mulheres sofre algum tipo de violência durante o parto no Brasil, conforme levantamento das “Mulheres Brasileiras e Gênero no Espaço Público e Privado”, divulgado em 2010.


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