Defensoria realiza visita à cadeia pública de Figueirópolis

A Defensoria Pública de Gurupi realizou na manhã de hoje, 20, visita à cadeia pública de Figueirópolis. A cadeia recebe exclusivamente mulheres e tem hoje 17 detentas. Sete Defensores participaram da visita onde foram procedidas entrevistas com todas as detentas, levantamento dos respectivos dados carcerários e processuais, bem como, anotação de dados para requerimentos cabíveis.
Para o coordenador da Defensoria de Gurupi, Neuton Jardim, a visita renderá um relatório de recomendações para melhora da estrutura física do local, a disponibilização de mais servidores para a cadeia e a adequação do local para o regime semiaberto. “Encaminharemos o relatório ao Juiz da Execução Penal do Tocantins, Ministério Público, Poder Executivo, Autoridades Administrativas, e ao Nadep - Núcleo de Assistência e Defesa ao Preso, para que as solicitações possam ser atendidas”, informou o Defensor. O prefeito da cidade, José Fontoura Primo, também acompanhou a vistoria.
As detentas receberam doação de itens de higiene pessoal doados pela sociedade de Gurupi e Figueirópolis.
Unidades no Estado
De acordo com a diretoria do Sistema Prisional da Secretaria da Segurança Pública, cerca de 90 mulheres estão presas em todo o Estado e os crimes mais comuns são de tráfico, roubo e homicídio.
Para o coordenador da Defensoria de Gurupi, Neuton Jardim, a visita renderá um relatório de recomendações para melhora da estrutura física do local, a disponibilização de mais servidores para a cadeia e a adequação do local para o regime semiaberto. “Encaminharemos o relatório ao Juiz da Execução Penal do Tocantins, Ministério Público, Poder Executivo, Autoridades Administrativas, e ao Nadep - Núcleo de Assistência e Defesa ao Preso, para que as solicitações possam ser atendidas”, informou o Defensor. O prefeito da cidade, José Fontoura Primo, também acompanhou a vistoria.
As detentas receberam doação de itens de higiene pessoal doados pela sociedade de Gurupi e Figueirópolis.
Unidades no Estado
De acordo com a diretoria do Sistema Prisional da Secretaria da Segurança Pública, cerca de 90 mulheres estão presas em todo o Estado e os crimes mais comuns são de tráfico, roubo e homicídio.
