Defensoria Pública beneficia mais uma assistida em Tocantinópolis

A assistida Maria de Jesus Barbosa conseguiu através da Defensoria Pública o direito de receber a pensão por morte de um companheiro falecido, em Anápolis.
Segundo o defensor público e diretor do Núcleo Regional de Tocantinópolis, Antônio Clementino Siqueira e Silva, através da Sexta Junta de Recursos da Previdência Social, em Goiana, foi comprovado a União Estável entre a assistida e Laudelino Gonçalves Pereira, o que garantiu à assistida o direito de 50% da pensão por morte, já que Laudelino era casado com uma outra pessoa, que já recebera a pensão.
“ O curioso desta história toda é que para comprovar essa união e conseguir a pensão por morte tive que pedir a certidão de óbito do seu Laudelino, o que foi muito dificultoso já que o dono do cartório onde se encontrava o documento era filho da segunda mulher do falecido, e não queria que a pensão de sua mãe fosse reduzida” , disse o Defensor Público.
Depois de 05 dias e muita insistência, o atestado de óbito chegou e a assistida Maria de Jesus conseguiu o seu direito. “Achei que meu caso era perdido, fiquei tão feliz com o resultado final que já indiquei a Defensoria Pública para uma amiga minha que está passando pela mesma situação”, disse a assistida.
Segundo o defensor público e diretor do Núcleo Regional de Tocantinópolis, Antônio Clementino Siqueira e Silva, através da Sexta Junta de Recursos da Previdência Social, em Goiana, foi comprovado a União Estável entre a assistida e Laudelino Gonçalves Pereira, o que garantiu à assistida o direito de 50% da pensão por morte, já que Laudelino era casado com uma outra pessoa, que já recebera a pensão.
“ O curioso desta história toda é que para comprovar essa união e conseguir a pensão por morte tive que pedir a certidão de óbito do seu Laudelino, o que foi muito dificultoso já que o dono do cartório onde se encontrava o documento era filho da segunda mulher do falecido, e não queria que a pensão de sua mãe fosse reduzida” , disse o Defensor Público.
Depois de 05 dias e muita insistência, o atestado de óbito chegou e a assistida Maria de Jesus conseguiu o seu direito. “Achei que meu caso era perdido, fiquei tão feliz com o resultado final que já indiquei a Defensoria Pública para uma amiga minha que está passando pela mesma situação”, disse a assistida.
