Defensoria cria Corte de Conciliação em Gurupi

Visando diminuir o número de ações ajuizadas diariamente e alcançar a pacificação familiar de modo mais ágil e menos doloroso às partes, as defensoras Lara Gomides e Larissa Pultrini, da Coordenadoria da Defensoria Pública de Gurupi criaram a Corte de Conciliação. A Corte, apesar de ser embrionária, está apresentando resultados consideráveis.
“Cremos que o resultado destas conciliações será melhor demonstrado em alguns meses, pois diminuirá o número de ações litigiosas propostas” informou a defensora Larissa Pultrini, ressaltando que se for firmado acordo prévio, os efeitos são imediatos, evitando que a ação seja ajuizada.
Com a conciliação o número de demandas foi reduzido significativamente, a quantidade de audiências diminuiu e o resultado final do processo é bem mais rápido. “Percebemos no dia-a-dia na Vara da Família e das Sucessões que boa parte das ações são ajuizadas devido ao fato de que as partes não dialogam em razão de problemas anteriores. Com o fomento da Conciliação, apenas se as partes não se entenderem, é que irão buscar solucionar a questão através de um processo litigioso”, observou a Defensora Lara Gomides.
Como funciona
Para todos os atendimentos nos quais se percebe que é possível um acordo, agenda-se uma tentativa de conciliação com ambas as partes no período da tarde nas terças e quintas-feiras. A própria parte que buscou primeiro a Defensoria leva a carta-convite à parte então adversa. “O intuito de agendar as conciliações para o período vespertino é a possibilidade de dedicação maior de tempo à tentativa de acordo,” finalizou a Defensora.
“Cremos que o resultado destas conciliações será melhor demonstrado em alguns meses, pois diminuirá o número de ações litigiosas propostas” informou a defensora Larissa Pultrini, ressaltando que se for firmado acordo prévio, os efeitos são imediatos, evitando que a ação seja ajuizada.
Com a conciliação o número de demandas foi reduzido significativamente, a quantidade de audiências diminuiu e o resultado final do processo é bem mais rápido. “Percebemos no dia-a-dia na Vara da Família e das Sucessões que boa parte das ações são ajuizadas devido ao fato de que as partes não dialogam em razão de problemas anteriores. Com o fomento da Conciliação, apenas se as partes não se entenderem, é que irão buscar solucionar a questão através de um processo litigioso”, observou a Defensora Lara Gomides.
Como funciona
Para todos os atendimentos nos quais se percebe que é possível um acordo, agenda-se uma tentativa de conciliação com ambas as partes no período da tarde nas terças e quintas-feiras. A própria parte que buscou primeiro a Defensoria leva a carta-convite à parte então adversa. “O intuito de agendar as conciliações para o período vespertino é a possibilidade de dedicação maior de tempo à tentativa de acordo,” finalizou a Defensora.
