Defensoria consegue absolvição de assistido preso injustamente

Em julgamento do Tribunal do Juri, os jurados acataram a tese de defesa da defensora pública Cristiane Japiassu, da Comarca de Ananás, e o assistido R.C.P.C. foi absolvido depois de já ter cumprido um ano e sete meses de prisão injustamente. O julgamento aconteceu na última terça-feira, 13.
O Assistido era acusado de homicídio simples e a tese levantada foi a negativa de autoria, uma vez que ele realmente não participou do delito em discussão, sendo ressaltado ainda a falta de provas da autoria constantes no processo. Por 4 a 1, o acusado saiu do julgamento em liberdade.
“É a Defensoria Pública do Tocantins na garantia à plena e eficaz defesa de seus assistidos, tentando minimizar as injustiças que ocorrem nos rincões de nosso Estado, visto que mesmo sendo impetrado o recurso cabível, o Tribunal havia negado o direito do Assistido, que sempre se declarou inocente, e o fez amargar quase dois anos de prisão por um crime que ele não cometeu”, afirmou a defensora pública Cristiane Japiassu.
O Assistido era acusado de homicídio simples e a tese levantada foi a negativa de autoria, uma vez que ele realmente não participou do delito em discussão, sendo ressaltado ainda a falta de provas da autoria constantes no processo. Por 4 a 1, o acusado saiu do julgamento em liberdade.
“É a Defensoria Pública do Tocantins na garantia à plena e eficaz defesa de seus assistidos, tentando minimizar as injustiças que ocorrem nos rincões de nosso Estado, visto que mesmo sendo impetrado o recurso cabível, o Tribunal havia negado o direito do Assistido, que sempre se declarou inocente, e o fez amargar quase dois anos de prisão por um crime que ele não cometeu”, afirmou a defensora pública Cristiane Japiassu.
