Defensor Público Geral institui Comitê Estratégico de Tecnologia da Informação

O pleno funcionamento da tecnologia da informação no âmbito da Defensoria Pública do Tocantins é uma das prioridades estratégicas da Instituição, pois garante agilidade, segurança e eficácia ao exercício das atividades dos membros, servidores e unidades administrativas. Visando regular e padronizar esse processo, o defensor público geral do Tocantins, Marlon Costa Luz Amorim, assinou na última sexta-feira, 8, o Ato de criação do Comitê Estratégico de Tecnologia da Informação – CETI, da Defensoria.
O CETI será composto pelo Defensor Público Geral, que também presidirá o Comitê, pelo Corregedor Geral, pelo Superintendente de Administração e Finanças, e pelos diretores de Administração, Planejamento e Tecnologia da Informação - TI.
O Comitê será responsável por definir e uniformizar as políticas, estratégias e ações de TI; estabelecer diretrizes relacionadas à gestão dos recursos de informação e tecnologias; propor a criação de grupos de trabalhos e/ou subcomitês para auxiliarem nas decisões do Comitê; adotar ações que visem à proteção das informações e/ou dados judiciais e extrajudiciais no âmbito da Defensoria; e ainda implementar medidas de conscientização sobre a importância do alinhamento da TI ao planejamento estratégico da Instituição.
Para o defensor público geral, Marlon Amorim, a criação deste Comitê visa, num primeiro momento, o mapeamento das prioridades institucionais, com direcionamento e planejamento das ações. "Creio que se descortina na nossa Instituição uma nova fase, onde projetos e ações institucionais passarão a ser desenvolvidos com base em sistemas de Tecnologia de Informação", reforçou Amorim.
O CETI será composto pelo Defensor Público Geral, que também presidirá o Comitê, pelo Corregedor Geral, pelo Superintendente de Administração e Finanças, e pelos diretores de Administração, Planejamento e Tecnologia da Informação - TI.
O Comitê será responsável por definir e uniformizar as políticas, estratégias e ações de TI; estabelecer diretrizes relacionadas à gestão dos recursos de informação e tecnologias; propor a criação de grupos de trabalhos e/ou subcomitês para auxiliarem nas decisões do Comitê; adotar ações que visem à proteção das informações e/ou dados judiciais e extrajudiciais no âmbito da Defensoria; e ainda implementar medidas de conscientização sobre a importância do alinhamento da TI ao planejamento estratégico da Instituição.
Para o defensor público geral, Marlon Amorim, a criação deste Comitê visa, num primeiro momento, o mapeamento das prioridades institucionais, com direcionamento e planejamento das ações. "Creio que se descortina na nossa Instituição uma nova fase, onde projetos e ações institucionais passarão a ser desenvolvidos com base em sistemas de Tecnologia de Informação", reforçou Amorim.
