De geógrafa à carreira na área jurídica para “poder ajudar quem mais precisa”
Autor(a): Marcus Mesquita / Comunicação DPE-TO

Imagine o quão frustrante é se dedicar à conclusão de um curso superior e, após formado, não se enxergar mais na profissão antes escolhida. Não é uma situação fácil de superar. Entretanto, têm aqueles que fazem das pedras no caminho o incentivo necessário para construir a própria fortaleza; e assim o fez Eliene Pereira Tavares, geógrafa que atua como assistente de defensoria do Núcleo Especializado de Mediação e Conciliação (Numecon) na Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO) em Porto Nacional. Foi na Instituição que descobriu a verdadeira vocação: a área do Direito e, quem sabe um dia, ser defensora pública.
Licenciada em Geografia, Eliene Tavares é servidora concursada da DPE-TO desde 2012, onde trabalhou, antes, como comissionada, o que trouxe a ela a oportunidade de vivenciar a atuação junto à Instituição de diferentes maneiras. O resultado foi a certeza de que deveria cursar Direito, estando, atualmente, no 9º período.
“A Defensoria me acolheu e proporcionou oportunidades; e sou grata por isso. Logo eu me identifiquei com o trabalho da Instituição e senti a necessidade de cursar Direito para poder contribuir mais nos atendimentos, ajudar mais quem precisa, os assistidos. Depois que ingressei na segunda faculdade, surgiram várias oportunidades, como atuar no núcleo de conciliação; assim, eu aceitei o desafio e gosto muito do que faço, pois fazer o que gostamos é muito prazeroso”, afirma Eliene.
Inspirando sonhos
Além de ter descoberto a área de atuação profissional a qual diz amar, Eliene Tavares revela que na DPE-TO um sonho foi semeado: ser concursada da área jurídica, principalmente como defensora pública.
“A Defensoria serviu de inspiração para buscar algo melhor, realizar-me profissionalmente para quem sabe tornar-me uma analista e, depois, com a permissão de Deus, uma defensora dos mais necessitados. Sonhamos e colocamos esses sonhos na presença de Deus, pois Ele que sabe onde devemos estar. Somos apenas instrumento”, ressalta Eliene.
