A coordenadora do Núcleo Especializado de Questões Étnicas e Combate ao Racismo (Nucora), Letícia Cristina Amorim Saraiva dos Santos Moura, e a assessora do Núcleo, Aline da Silva Sousa, acompanharam na sexta-feira, 21, e também no fim de semana, dias 22 e 23 de março, parte das gravações do documentário Alowodu, que apresenta a trajetória de vida do indígena Samuel Karajá. A Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO) é apoiadora do projeto.
Alowodu é um documentário expositivo-poético e se desdobra a partir das aldeias São Domingos, Fontoura e Santa Isabel, onde Samuel Karajá iniciou sua jornada. O longa-metragem também deve apresentar o Ritual de Iniciação Karajá Hetohoky, realizado no fim de semana. As gravações tiveram início no dia 12 de março e seguem até amanhã, 26.
Trata-se de uma festa tradicional que representa a passagem da adolescência para a vida adulta dos meninos indígenas da comunidade (saiba mais clicando aqui).
Um Termo de Cooperação foi assinado entre a Defensoria Pública e o Instituto de Especialidades Culturais, Artísticas e Educacionais Ltda (Icae), responsável pelo documentário, que foi contemplado com a Lei de Incentivo Paulo Gustavo.
Além de prestar apoio para o transporte da equipe técnica de gravações, coube à Defensoria Pública designar representantes para acompanhar as atividades nas aldeias, contribuindo para a interlocução entre as partes e a garantia dos direitos das populações indígenas (sobre o Termo de Cooperação, clique aqui).