Atuação humanizada da Defensoria Pública motiva e inspira jovem estudante de Direito
Autor(a): Bruna Cardoso / estagiária, sob supervisão de Gisele França / Comunicação DPE-TO

A história que uniu a estudante de Direito Lorrayne Batista Souto, 22 anos, à Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO) começou ainda em 2016, na cidade de Gurupi, região sul do Estado. Recém aprovada no vestibular, a estudante encontrou problemas para realizar a matrícula. Na época, ela ainda cursava o ensino médio e precisou buscar ajuda jurídica para poder entrar na universidade. A ajuda veio da Defensoria Pública.
“Eu precisei de um mandado de segurança para conseguir fazer a minha matrícula. Como minha família é humilde, eu fui até a Defensoria, onde fui muito bem atendida. Conseguimos o mandado de segurança e em três dias iniciei o curso de Direito”, conta.
Pouco tempo após o atendimento, Lorrayne buscou novamente a Defensoria Pública, dessa vez para realizar um trabalho acadêmico. A escolha da Instituição, segundo ela, foi por ter sido tão bem recebida.
“Fui tratada com muita educação, foi um ambiente em que eu me senti muito acolhida. Então eu voltei lá e entrevistei um defensor público. Foi muito importante eles terem aberto as portas pra mim, eu fiquei encantada com tudo ali”, recorda.
Lorrayne conta que sempre quis trabalhar na Defensoria Pública. “Eu passava na frente da Instituição e me imaginava trabalhando lá um dia”. E mal sabia ela que fazer parte da equipe da Instituição estava perto de acontecer!
Atualmente, Lorrayne é estagiária na 4ª Defensoria Pública de Gurupi, na Vara de Execuções Penais “Quando eu comecei o voluntariado na Defensoria, começou a realização do meu sonho de estar trabalhando lá dentro, de estar participando daquele lugar”, disse.
E sua paixão pela Instituição segue viva, agora, no sonho de se tornar defensora pública. Ela conta que o contato com os assistidos e a forma como os atendimentos são realizados firmou a certeza de qual caminho seguir no Direito: “Meu estágio voluntário de fato concretizou o que eu já tinha como sonho. O contato com os servidores, membros, estagiários e, principalmente, com os defensores, me mostrou o trabalho de humanização que a Defensoria Pública tem com seus assistidos. Isso aflorou o sentimento de me tornar uma defensora pública, de estudar para conseguir passar no concurso da Defensoria e poder continuar esse trabalho feito por eles”.
Lorrayne segue construindo o seu sonho dia após dia; a cada atendimento que participa; e sobretudo, a cada pessoa que ela vê sair da Defensoria com o problema solucionado, assim como aconteceu com ela anos atrás.
