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Defensoria Pública do Estado do Tocantins
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Atendendo à Defensoria e ao MPE, Justiça intima gestores de Palmas sobre falta de medicamentos

Autor(a): Gisele França/Ascom DPE-TO

ACP foi assinada pelo defensor público Arthur Luiz Pádua Marques, coordenador do Núcleo Especializado de Defesa da Saúde
ACP foi assinada pelo defensor público Arthur Luiz Pádua Marques, coordenador do Núcleo Especializado de Defesa da Saúde — Marcus Mesquita / DPE-TO

Intimação integra Ação Civil Pública que o Núcleo Especializado de Defesa da Saúde (Nusa) impetraram por conta do recorrente problema com medicamentos na rede municipal de saúde


O reiterado problema com a falta de medicamentos na rede pública de saúde de Palmas levou a Ação Civil Pública (ACP) impetrada pela Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO) em conjunto com o Ministério Público Estadual (MPTO). Nesta semana, a solicitação da ACP foi acatada pela Justiça, que intimou o secretário da Saúde de Palmas e o Procurador Geral de Palmas a prestarem esclarecimentos.

Após vir acompanhando a situação na rede municipal desde uma vistoria no mês de maio, a ACP requer que a Prefeitura regularize os medicamentos da rede de assistência farmacêutica, medicamentos específicos para saúde mental e materiais e insumos. O objetivo é manter um estoque mínimo por um período de dois meses, para atender a demanda dos pacientes de Palmas, no intuito de assegurar a continuidade do tratamento e evitar a situação de estoque zero.

A Defensoria e o Ministério Público solicitam, ainda, que o secretário da Saúde faça um estudo com o dimensionamento adequado de pessoal, contendo o déficit real por cargo ou função afim de que se regularize a oferta de médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e outros profissionais da área da saúde.

“É literalmente um desrespeito contumaz do executivo com as famílias que pagam seus impostos e se veem totalmente abandonadas em seu direito de receber um tratamento devidamente adequado seja ele portador de qual doença for”, destaca a Ação ao reforçar que não restou alternativa à Defensoria Pública, diante da inexitosa tentativa extrajudicial de solucionar o problema, de não entrar com a ACP.

Assinam a Ação Civil Pública o defensor público Arthur Luiz Pádua Marques, coordenador do Núcleo Especializado de Defesa da Saúde (Nusa), e o promotor de Justiça Thiago Ribeiro Vilela.


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