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Defensoria Pública do Estado do Tocantins
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Classe Especial

Defensoria atende assistido que teve problemas envolvendo criptomoedas

Autor(a): Marcus Mesquita / Comunicação DPE-TO

assistido contou com o suporte do intérprete de Libras da Defensoria Pública Gilmar Reis
assistido contou com o suporte do intérprete de Libras da Defensoria Pública Gilmar Reis — Loise Maria/ Comunicação DPE-TO

Após se sentir lesado ao integrar um esquema de investimentos em criptomoedas, um assistido de Palmas procurou pela Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE-TO) na esperança de, no mínimo, reaver o valor investido. Como a causa em questão já passou por duas sentenças desfavoráveis, coube à Defensoria de Classe Especial acolher o caso.

De acordo com a assessora técnica de Defensoria Pública de Classe Especial Nayara Sávia Ayres Alencar, que realizou o atendimento inicial ao assistido, a DPE-TO já protocolou o embargo de declaração junto ao Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) visando, com esta medida, uma reavaliação do caso, o que viabilizaria à Defensoria recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

“Todo trâmite de acompanhamento recursal é da Classe Especial; é ela quem sempre cuida dos recursos interpostos. Com a interposição de recurso, realizado ainda pelos defensores de 1º Grau, como apelação, a petição sobe automaticamente para acompanhamento pela Classe Especial. Agora, vamos aguardar a apreciação do embargo para ver se haverá a necessidade de se entrar com um recurso especial junto ao STJ”, explicou Nayara Alencar.

Atendimento em Libras

Com deficiência auditiva, o assistido contou com o suporte do intérprete de Libras da Defensoria Pública Gilmar Reis Costa da Silva. Segundo o servidor, a presença de um intérprete é fundamental em situações assim para que a pessoa assistida consiga entender e se fazer entender plenamente durante as tratativas com o corpo profissional defensorial.

“Quando o assistido possui algum tipo de necessidade especial, como este assistido surdo, e não há um intérprete atuando conjuntamente com a equipe jurídica o atendimento se torna mais complexo e alguns detalhes importantes para o caso podem passar despercebidos. Mas a Defensoria sempre buscou quebrar estas barreiras, disponibilizando atendimento em Libras, gerando acessibilidade em mediações, conciliações e nos atendimentos em geral”, ressaltou Gilmar da Silva, que contou, em uma das fases do atendimento ao assistido, com a colaboração da também intérprete de Libras e servidora da DPE-TO Flávia Lêntula Coelho Araújo.

Conforme expressou o assistido, a disponibilidade de intérpretes para ajudá-lo a relatar o caso no qual se sente lesado foi fundamental para o bom andamento do atendimento.

"Fiquei feliz pela acessibilidade e pelo trabalho da Defensoria. Eu gostei da atenção recebida; tive apoio dos interpretes, da assessora jurídica e da defensora. Foi tudo bem explicado e debatido, mostrando a situação e o andamento do meu pedido e o que seria feito”, relatou.

Assistido foi atendido pela assessora técnica de Defensoria Pública de Classe Especial Nayara Ayres — Loise Maria/ Comunicação DPE-TO
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