Assistida com câncer garante na justiça o direito de realizar aborto

A Defensoria Pública em Araguaína obteve na justiça o direito de uma assistida realizar o aborto já que o filho dela nasceria com problema. A jovem F. O. G., estava grávida e foi diagnosticada com câncer (Linfoma de Hodgkin), sendo submetida a sessões de radioterapia, o que comprometeu a saúde do seu feto.
De acordo com o defensor público Rubismark Saraiva Martins, as sessões de radioterapia comprometeram de modo irreversível a formação do feto, tornando a vida extrauterina inviável, correndo o risco da criança nascer com retardo mental severo, microformação craniana e maior tendência de desenvolvimento de câncer. O Defensor Público alerta ainda que o risco pode ser maior já que a moça terá que se submeter a novas sessões de quimioterapia, o que levaria o feto à morte.
“A Defensoria Pública então ajuizou pedido para autorização judicial a fim de interromper a gravidez – aborto legal – sendo o pedido deferido e expedido alvará autorizando o procedimento”, afirmou Rubismark.
De acordo com o defensor público Rubismark Saraiva Martins, as sessões de radioterapia comprometeram de modo irreversível a formação do feto, tornando a vida extrauterina inviável, correndo o risco da criança nascer com retardo mental severo, microformação craniana e maior tendência de desenvolvimento de câncer. O Defensor Público alerta ainda que o risco pode ser maior já que a moça terá que se submeter a novas sessões de quimioterapia, o que levaria o feto à morte.
“A Defensoria Pública então ajuizou pedido para autorização judicial a fim de interromper a gravidez – aborto legal – sendo o pedido deferido e expedido alvará autorizando o procedimento”, afirmou Rubismark.
