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Defensoria Pública do Estado do Tocantins
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Anadep recebe até o dia 25 as contribuições para o Banco de Atuações Coletivas

Detalhe da sede de atendimentos da Defensoria Pública, em Palmas, em abril de 2026
Detalhe da sede de atendimentos da Defensoria Pública, em Palmas, em abril de 2026 — DPE-TO

Para marcar os 30 anos da ANADEP, a Entidade lançará, até o final do ano, duas publicações. Uma delas será a segunda edição do Banco de Atuações Coletivas das Defensorias Públicas. Entre os principais objetivos do livro está o de ressaltar o papel da Instituição em prol do acesso à justiça, atualizando o elenco de práticas exitosas e experiências bem sucedidas vivenciadas por defensores em todo o Brasil.

O I Relatório Nacional de Atuações Coletivas da Defensoria Pública: um estudo empírico sob a ótica dos ‘consumidores’ do Sistema de Justiça foi lançado no dia 7 de junho de 2013, na sede da Associação dos Defensores Públicos do Estado do Rio de Janeiro (ADPERJ). O estudo buscou destacar as principais iniciativas promovidas pelas Defensorias Públicas em todo o país e dessa forma pensar o Sistema de Justiça sob a ótica das pessoas que o utilizam. Ao todo foram catalogadas 50 práticas na publicação coordenada pelo vice-presidente da ADPERJ, José Augusto Garcia de Sousa, sob a gestão do defensor público e ex- presidente da ANADEP, André Castro.   Para esta edição, a ANADEP quer reunir novas práticas  de diversos pontos do território brasileiro e, dessa forma, atualizar a atuação da Defensoria  seja por via judicial ou extrajudicial. Para a Entidade, este trabalho é fundamental para garantir a efetividade da prestação jurisdicional e o direito às pessoas em situação de vulnerabilidade.   De acordo com a presidente da ANADEP, Patrícia Kettermann, a participação dos defensores é essencial para a construção deste trabalho. “É fundamental que os colegas colaborem enviando suas experiências na tutela de direitos coletivos, para que possamos demonstrar o quanto a Defensoria Pública é indispensável nesta matéria e, mais ainda, o quanto de efetividade está sendo garantida pela Instituição para estas demandas tão caras à sociedade”, explica.   Ainda, segundo ela, a partir destas bem sucedidas atuações se poderá comprovar que tal trabalho é imprescindível aos usuários dos  serviços  da Defensoria. "E, ainda, que não só sob o ponto de vista constitucional e legal, mas também social, estão ultrapassados quaisquer questionamentos acerca da nossa legitimidade”, completa.   Os defensores interessados em contribuir com a experiências para atualização do Banco de Atuações Coletivas, podem encaminhar material diretamente para o e-mail:enadep@anadep.org.br até o dia 25 de julho, com o Assunto: “Atuações Coletivas das Defensorias Públicas”.
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